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DVD – Vol. 21 – Ideias Inatas – Cosme Massi

Título: Vol. 21 - Ideias Inatas - Itens 218 a 221 - Compreender o Livro dos Espíritos - Parte 2ª - Do Mundo Espírita ou Mundo dos Espíritos - Capítulo IV - Da pluralidade das existências
Tema: Espiritismo. Allan Kardec. Filosofia Espírita. Doutrina Espírita. Ciência Espírita. Diversos.
Autor: Cosme Massi
Tipo: DVD – Seminário
Duração: 60 minutos
Idioma: Português 
Editora: Nobiltà 
Dimensões: 13,5 x 19 x 1,5 cm
Peso: 0,120 kg

DE: R$ 24,90

POR: R$ 19,90

Em 3 X de R$ 6,63 no Cartão de Crédito.

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Descrição

SAIBA MAIS SOBRE ESTE PRODUTO

RESUMO DO SEMINÁRIO - VOLUME 21:
Analisa os itens 218 a 221: A teoria das idéias inatas. As faculdades extraordinárias dos indivíduos. O sentimento instintivo da existência de Deus.

SOBRE A COLEÇÃO COMPREENDER KARDEC:
A COLEÇÃO COMPREENDER KARDEC é uma contribuição ao entendimento dos admiráveis livros de Kardec. Destacar sua lógica, apresentar sua ordem didática, aprofundar seus capítulos e itens serão os nossos maiores desafios ao longo dessa coleção. Começamos com o primeiro e mais importante: "O Livro dos Espíritos”. Compreender Kardec para viver Kardec.

IDEIAS INATAS:

218. Encarnado, conserva o Espírito algum vestígio das percepções que teve e dos conhecimentos que adquiriu nas existências anteriores?
“Guarda vaga lembrança, que lhe dá o que se chama idéias inatas.”

a) – Não é, então, quimérica a teoria das idéias inatas?
“Não; os conhecimentos adquiridos em cada existência não mais se perdem. Liberto da matéria, o Espírito sempre os tem presentes. Durante a encarnação, esquece-os em parte, momentaneamente; porém, a intuição que deles conserva lhe auxilia o progresso. Se não fosse assim, teria que recomeçar constantemente. Em cada nova existência, o ponto de partida, para o Espírito, é aquele em que, na existência precedente, ele ficou.”

b) – Grande conexão deve então haver entre duas existências consecutivas?
“Nem sempre tão grande quanto talvez o suponhas, dado que bem diferentes são, muitas vezes, as posições do Espírito nas duas e que, no intervalo de uma a outra, pode ele ter progredido.” (216)

219. Qual a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, como o das línguas, o do cálculo, etc.?
“Lembrança do passado; progresso anterior da alma, mas de que ela não tem consciência. Donde queres que venham tais conhecimentos? O corpo muda, o Espírito, porém, não muda, embora troque de roupagem.”

220. Pode o Espírito, mudando de corpo, perder algumas faculdades intelectuais, deixar de ter, por exemplo, o gosto das artes?
“Sim, se conspurcou a sua inteligência ou a utilizou mal. Além disso, uma faculdade pode permanecer adormecida durante uma existência, por querer o Espírito exercitar outra, que nenhuma relação tem com aquela. Fica, então, em estado latente, para reaparecer mais tarde.”

221. Dever-se-ão atribuir a uma lembrança retrospectiva o sentimento instintivo que o homem, mesmo quando selvagem, possui da existência de Deus e o pressentimento da vida futura?
“É uma lembrança que ele conserva do que sabia como Espírito antes de encarnar. Mas o orgulho amiúde abafa esse sentimento.”

a) – Serão devidas a essa mesma lembrança certas crenças relativas à doutrina espírita, que se observam em todos os povos?
“Esta doutrina é tão antiga quanto o mundo; tal o motivo por que em toda parte a encontramos, o que constitui prova de que é verdadeira. Conservando a intuição do seu estado de Espírito, o Espírito encarnado tem a consciência instintiva do mundo invisível, mas os preconceitos bastas vezes falseiam essa idéia e a ignorância lhe mistura a superstição.”