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DVD – Vol. 39 – Influência do organismo – Cosme Massi

Título: Vol. 39 - INFLUÊNCIA DO ORGANISMO - Itens 367 a 370 - Compreender o Livro dos Espíritos - Parte 2ª - Do Mundo Espírita ou Mundo dos Espíritos - Cap. VII - Da volta do Espírito à vida Corporal.
Autor: Cosme Massi
Tema: Espiritismo. Allan Kardec. Filosofia Espírita. Doutrina Espírita. Ciência Espírita. Diversos.
Tipo: DVD - Seminário
Idioma: Português
Editora: Nobiltà
Formato: 13 x 19
Peso: 0,120 kg

DE: R$ 24,90

POR: R$ 19,90

Em 3 X de R$ 6,63 no Cartão de Crédito.

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Descrição

SAIBA MAIS SOBRE ESTE PRODUTO

RESUMO DO SEMINÁRIO - VOLUME 39:
Analisa os itens 367 a 370 - A influência do corpo nas faculdades do Espírito. O exercício das faculdades da alma e o desenvolvimento dos órgãos do corpo. Explicação das diversidades das aptidões dos homens.

SOBRE A COLEÇÃO COMPREENDER KARDEC:
A COLEÇÃO COMPREENDER KARDEC é uma contribuição ao entendimento dos admiráveis livros de Kardec. Destacar sua lógica, apresentar sua ordem didática, aprofundar seus capítulos e itens serão os nossos maiores desafios ao longo dessa coleção. Começamos com o primeiro e mais importante: "O Livro dos Espíritos”. Compreender Kardec para viver Kardec.

INFLUÊNCIA DO ORGANISMO:

367. Unindo-se ao corpo, o Espírito se identifica com a matéria?
“A matéria é apenas o envoltório do Espírito, como o vestuário o é do corpo. Unindo-se a este, o Espírito conserva os atributos da natureza espiritual.”

368. Após sua união com o corpo exerce o Espírito suas faculdades com liberdade plena?
“O exercício das faculdades depende dos órgãos que lhes servem de instrumento. A grosseria da matéria as enfraquece.”

a) – Assim, o envoltório material é obstáculo à livre manifestação das faculdades do Espírito, como um vidro opaco o é à livre irradiação da luz?
“É, como vidro muito opaco.”

Pode-se também comparar a ação que a matéria grosseira exerce sobre o Espírito à de um charco lodoso sobre um corpo nele mergulhado, ao qual tira a liberdade dos movimentos.

369. O livre exercício das faculdades da alma está subordinado ao desenvolvimento dos órgãos?
“Os órgãos são os instrumentos da manifestação das faculdades da alma, manifestação que se acha subordinada ao desenvolvimento e ao grau de perfeição dos órgãos, como a excelência de um trabalho o está à da ferramenta própria à sua execução.”

370. Da influência dos órgãos se pode inferir a existência de uma relação entre o desenvolvimento dos órgãos cerebrais e o das faculdades morais e intelectuais?
“Não confundais o efeito com a causa. O Espírito dispõe sempre das faculdades que lhe são próprias. Ora, não são os órgãos que dão as faculdades, e sim estas que impulsionam o desenvolvimento dos órgãos.”

a) – Dever-se-á deduzir daí que a diversidade das aptidões entre os homens deriva unicamente do estado do Espírito?
“O termo unicamente não exprime com toda a exatidão o que ocorre. O princípio dessa diversidade reside nas qualidades do Espírito, que pode ser mais ou menos adiantado. Cumpre, porém, se leve em conta a influência da matéria, que mais ou menos lhe cerceia o exercício de suas faculdades.”

Encarnado, traz o Espírito certas predisposições e, se se admitir que a cada uma corresponda no cérebro um órgão, o desenvolvimento desses órgãos será efeito e não causa. Se nos órgãos estivesse o princípio das faculdades, o homem seria máquina sem livre-arbítrio e sem a responsabilidade de seus atos. Forçoso então seria admitir-se que os maiores gênios, cientistas, poetas, artistas, só o são porque o acaso lhes deu órgãos especiais, donde se seguiria que, sem esses órgãos, não teriam sido gênios e que, assim, o maior dos imbecis teria podido ser um Newton, um Vergílio, ou um Rafael, desde que de certos órgãos se achassem providos. Ainda mais absurda se mostra semelhante hipótese, se a aplicarmos às qualidades morais. Efetivamente, segundo esse sistema, um Vicente de Paulo, se a Natureza o dotara de tal ou tal órgão, teria podido ser um celerado e o maior dos celerados não precisaria senão de um certo órgão para ser um Vicente de Paulo. Admita-se, ao contrário, que os órgãos especiais, dado existam, são conseqüentes, que se desenvolvem por efeito do exercício da faculdade, como os músculos por efeito do movimento, e a nenhuma conclusão irracional se chegará. Sirvamo-nos de uma comparação trivial, não obstante verdadeira. Por alguns sinais fisionômicos se reconhece que um homem tem o vício da embriaguez. Serão esses sinais que fazem dele um ébrio, ou será a ebriedade que nele imprime aqueles sinais? Pode dizer-se que os órgãos recebem o cunho das faculdades.