o que você procura?
  • dvd-kit_1ao18
  • dvd-vol-01
  • dvd-vol-02
  • dvd-vol-03
  • dvd-vol-04
  • dvd-vol-05
  • dvd-vol-06
  • dvd-vol-07
  • dvd-vol-08
  • dvd-vol-09
  • dvd-vol-10
  • dvd-vol-11
  • dvd-vol-12
  • dvd-vol-13
  • dvd-vol-14
  • dvd-vol-15
  • dvd-vol-16
  • dvd-vol-17
  • dvd-vol-18

Kit de estudo 1 ao 18 – Coleção de O livro dos Espíritos – Cosme Massi

Autor: Cosme Massi
Tema: Espiritismo. Allan Kardec. Filosofia Espírita. Doutrina Espírita. Ciência Espírita. Diversos.
Tipo: DVD - Seminário
Idioma: Português
Editora: Nobiltà

DE: R$ 375,50

POR: R$ 298,50

Em 3 X de R$ 99,50 no Cartão de Crédito.

COMPRAR

Descrição

SAIBA MAIS SOBRE ESTE PRODUTO

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 1:
O Livro dos Espíritos foi dividido em 4 partes, com os capítulos organizados numa certa ordem didática. Por quê? Cosme Massi explica essa pergunta fundamental aos que desejam entender a maior obra de Allan Kardec

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 2:
Kardec responde às objeções dos contraditores do Espiritismo, ou seja, daqueles que propuseram uma explicação diferente para os fenômenos espíritas. Cosme Massi explica esse texto, tão esclarecedor para a Ciência Espírita.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 3:
O que é Deus? Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? Cosme Massi apresenta a concepção espírita de Deus e o seu papel na construção da Filosofia Espírita.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 4:
O que espírito? O que é matéria? O princípio inteligente e o princípio material como elementos gerais do universo. Deus, espírito e matéria constituem a trindade universal.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 5:
O universo, sua origem e sua criação. A origem dos seres vivos e a pluralidade dos mundos habitados segundo o Espiritismo.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 6:
A vida e a morte. A inteligência e o instinto, segundo o Espiritismo.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 7:
Analisa os itens de 76 a 95: Origem e natureza dos Espíritos, mundo normal primitivo, forma e ubiquidade dos Espíritos e períspirito.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 8:
Analisa os itens de 96 a 113: Diferentes ordens dos Espíritos e a Escala Espírita

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 9:
Analisa os itens de 114 a 131: Progressão dos Espíritos, anjos e demônios.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 10:
Analisa os itens de 132 a 133: Objetivo da Encarnação.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 11:
Discute o conceito de alma e a doutrina materialista dos itens 134 a 148

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 12:
Analisa os itens de 149 a 162: A alma após a morte e a separação da alma e do corpo.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 13:
Analisa os itens de 163 a 165: A perturbação temporária após a morte. Aprofunda esse tema após a morte do corpo.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 14:
Analisa os itens de 166 a 171: A reencarnação e a justiça da reencarnação.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 15:
Analisa os itens de 172 a 180: A encarnação nos diferentes mundos.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 16:
Analisa os itens 181 a 188: O estado físico e moral nos diferentes mundos. Os seres vivos, a infância e a substância do perispírito nos diferentes mundos.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 17:
Analisa os itens 189 a 196: O estado da alma desde as primeiras encarnações. A vida material como uma espécie de crivo ou depurador do Espírito. A marcha progressiva dos Espíritos.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 18:
Analisa os itens 197 a 202: O destino das crianças após a morte. A encarnação dos Espíritos em diferentes sexos. O sexo dos Espíritos.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 19:
Analisa os itens 203 a 206: A doutrina da reencarnação e os laços de família. O culto dos antepassados. O parentesco dos Espíritos em diversas existências.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 20:
Analisa os itens 207 a 217: A transmissão hereditária de pais para filhos. As semelhanças de caráter entre irmãos. Os traços de caráter das existências anteriores.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 21:
Analisa os itens 218 a 221: A teoria das idéias inatas. As faculdades extraordinárias dos indivíduos. O sentimento instintivo da existência de Deus.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 22:
Analisa o item 222: Apresentação de argumentos para a fundamentação da Lei da Reencarnação ou da Pluralidade das Existências.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 23:
Analisa os itens 223 a 226: O que é a erraticidade? O que são os Espíritos errantes? Características e duração da erraticidade.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 24:
Analisa os itens 227 a 233: Conservam os Espíritos errantes paixões humanas? Como os Espíritos errantes progridem? A importância da existência corporal para o progresso da alma.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 25:
Analisa os itens 234 a 236: O que são os mundos transitórios? Os mundos transitórios são habitados por seres corpóreos? O papel do mundos transitórios para os Espíritos errantes.

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 26:
Analisa os itens 237 a 243: Como se dão as percepções dos Espíritos? Quais são os limites das percepções? Como os Espíritos apreciam o presente? Como se dá o conhecimento do passado ou do futuro?

RESUMO do SEMINÁRIO - VOL. 27:
Analisa os itens 244 a 252: Como se dá a visão e a audição dos Espíritos? Percebem os Espíritos nossos sons? Os Espíritos vêem a Deus? São sensíveis à nossa música?

SOBRE A COLEÇÃO COMPREENDER KARDEC:
A COLEÇÃO COMPREENDER KARDEC é uma contribuição ao entendimento dos admiráveis livros de Kardec. Destacar sua lógica, apresentar sua ordem didática, aprofundar seus capítulos e itens serão os nossos maiores desafios ao longo dessa coleção. Começamos com o primeiro e mais importante: "O Livro dos Espíritos”.Compreender Kardec para viver Kardec.

SOBRE ALLAN KARDEC
Integridade é qualidade do que é íntegro; de uma probidade absoluta; honesto, incorruptível, imparcial.

O homem íntegro não está dividido em si mesmo, e não há nele nenhuma distância entre o pensar, o sentir e o agir, porque ele é uno. O homem íntegro não disputa, pois a sua parte mais importante, que é o espírito, comanda as paixões e as submete à razão e ao bom senso; ele não se agasta com as provocações que lhe chegam do exterior, por que é guiado pela própria consciência, sempre reta.

A mansuetude que caracteriza o viver de um homem íntegro, é poderosa força de atração, de convencimento. Foi a integridade de Allan Kardec que fez acreditadas as suas obras.

ALLAN KARDEC (Hyppolite-Léon-Denizard Rivail). Fundador da doutrina chamada espírita, nascido em Lyon em 3 de outubro de 1804, oriundo de Bourg en Bresse, departamento do Ain. Conquanto filho e neto de advogados, e de uma antiga família que se distinguiu na magistratura e no foro, não seguiu essa carreira; dedicou-se cedo ao estudo da ciência e da filosofia. Aluno de Pestalozzi, na Suíça, torna-se um dos discípulos eminentes deste célebre pedagogo, e um dos propagadores de seu sistema de educação, que exerceu grande influência na reforma dos estudos na França e Alemanha. Foi nesta escola que se desenvolveram as ideias que deviam colocá-lo mais tarde na classe dos homens de progresso e dos livres pensadores.

Nascido na religião católica, mas criado num país protestante, os atos de intolerância que sofreu a esse respeito lhe fizeram conceber, desde os quinze anos de idade, a ideia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio por muitos anos, com o pensamento de chegar à unificação das crenças; mas faltava-lhe o elemento indispensável à solução desse grande problema.

O Espiritismo veio mais tarde fornecer-lhe esse elemento e imprimir uma direção especial a seus trabalhos. Por volta de 1850, quando se tratou das manifestações dos espíritos, Allan Kardec entregou-se a observações perseverantes sobre esses fenômenos, e dedicou-se principalmente a deduzir daí as consequências filosóficas. Entreviu aí primeiramente o princípio de novas leis naturais: as que regem as relações do mundo visível e do mundo invisível; reconheceu na ação deste último uma das forças da natureza, cujo conhecimento devia lançar luz sobre uma quantidade de problemas considerados insolúveis, e compreendeu seu alcance do ponto de vista científico, social e religioso. Suas principais obras sobre esta matéria são: o Livro dos Espíritos, para a parte filosófica, e cuja primeira edição saiu em 18 de abril de 1857; o Livro dos Médiuns, para a parte experimental e científica (janeiro de 1861); o Evangelho segundo o Espiritismo, para a parte moral (abril de 1864); o Céu e o Inferno, ou a justiça de Deus segundo o Espiritismo (agosto de 1865); a Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, coletânea mensal começada em 10 de janeiro de 1858. Fundou em Paris, em 10 de abril de 1858, a primeira sociedade espírita regularmente constituída com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cuja finalidade exclusiva é o estudo de tudo o que pode contribuir para o progresso desta nova ciência.

Allan Kardec se defende de ter escrito algo sob a influência de ideias preconcebidas ou sistemáticas; homem de caráter frio e calmo, ele observou os fenômenos e deduziu as leis que os regem; foi o primeiro a lhes dar a teoria e formar um corpo metódico e regular. Demonstrando que os fatos falsamente qualificados de sobrenaturais estão submetidos a leis, ele os faz entrar na ordem dos fenômenos da natureza, e destrói assim o último refúgio do maravilhoso e um dos elementos da superstição. Durante os primeiros anos em que se tratou de fenômenos espíritas, essas manifestações foram mais objeto de curiosidade do que assunto de meditações sérias; o Livro dos Espíritos fez considerar a coisa sob um aspecto completamente diferente; então foram abandonadas as mesas giratórias, que haviam sido somente um prelúdio, e aderiu-se a um corpo de doutrina que abarcava todas as questões interessando a humanidade.

Do aparecimento do Livro dos Espíritos data a verdadeira fundação do Espiritismo, que, até então, possuíra apenas elementos esparsos sem coordenação, e cujo alcance não pudera ser compreendido por todo o mundo; a partir desse momento também a doutrina reteve a atenção dos homens sérios e logrou um desenvolvimento rápido. Em poucos anos essas ideias encontraram inúmeros adeptos em todas as classes da sociedade e em todos os países. Esse sucesso sem precedentes deve-se sem dúvida à simpatia que essas ideias encontraram, mas ele é devido também em grande parte à clareza, que é um dos caracteres distintivos dos escritos de Allan Kardec.

Abstendo-se das fórmulas abstratas da metafísica, o autor soube colocar-se ao alcance de todo o mundo e ser lido sem fadiga, condição essencial para a vulgarização de uma ideia. Sobre todos os pontos controversos, sua argumentação, de uma lógica cerrada, oferece pouca ocasião à refutação, e predispõe à convicção. As provas materiais que o Espiritismo dá da existência da alma e da vida futura tendem à destruição das ideias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos desta doutrina, e que decorre do precedente, é o da pluralidade das existências, já entrevisto por uma quantidade de filósofos antigos e modernos, e nos últimos tempos por Jean Reynaud, Charles Fourier, Eugene Sue e outros; mas permanecera no estado de hipótese e de sistema, enquanto o Espiritismo demonstra sua realidade, e prova que este é um dos atributos essenciais da humanidade. Deste princípio decorre a solução de todas as anomalias aparentes da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais; o homem sabe assim de onde vem, aonde vai, para que fim está na terra, e por que sofre. As ideias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; a marcha ascendente dos povos e da humanidade, pelos homens dos tempos passados que revivem após terem progredido; as simpatias e as antipatias, pela natureza das relações anteriores; essas relações, que ligam a grande família humana de todas as épocas, dão como base as próprias leis da natureza, e não mais uma teoria, aos grandes princípios de fraternidade, de igualdade, de liberdade e de solidariedade universal. Ele toca, além disso, diretamente na religião, pois sendo a pluralidade das existências a prova do progresso da alma, isso destrói radicalmente o dogma do inferno e das penas eternas, incompatível com esse progresso; com esse dogma ultrapassado caem os inúmeros abusos dele originados. Em vez do princípio: Fora da Igreja não há salvação, que sustenta a divisão e a animosidade entre as diferentes seitas, e que fez derramar tanto sangue, o Espiritismo tem por máxima: Fora da caridade não há salvação, ou seja, a igualdade de todos os homens diante de Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua. Em vez da fé cega que aniquila a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inabalável senão aquela que pode mirar a razão frente a frente em todas as idades da humanidade. Para a fé é preciso uma base, e esta base é a inteligência perfeita do que se deve crer; para crer não basta ver, é preciso sobretudo compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer impor-se, e exige a abdicação de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio. (Evangelho segundo o Espiritismo.) A doutrina espírita, tal como enunciada nas obras de Allan Kardec, contém em si os elementos de uma transformação geral das ideias, e a transformação das ideias traz forçosamente a da sociedade. Deste ponto de vista ela merece a atenção de todos os homens de progresso. Estendendo-se já a sua influência a todos os países civilizados, ela dá à personalidade de seu fundador uma importância considerável, e tudo faz prever que, num futuro talvez próximo, ele será colocado como um dos reformadores do século XIX.

Fonte: Nouveau Dictionnaire Universel, par Maurice Lachâtre, Docks de la Librairie, 38 - Paris, 1866